Matemática show
Exercicios e softwares de apoio ao estudo de Matemática e outras áreas
Bem Vindos
Estudantes de matemática comprometidos, que buscam ampliar seus conhecimentos nesta área, do Ensino Fundamental e Médio e a todas as pessoas cujas informações contidas aqui se façam úteis.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
sábado, 8 de maio de 2010
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Evolução do Ensino da Matemática
1- Ensino de matemática até a década de 70:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda. Qual é o lucro?
2- Ensino de matemática em 1970:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda ou R$80,00. Qual é o lucro?
3- Ensino de matemática em 1980:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é R$80,00. Qual é o lucro?
4- Ensino de matemática em 1990:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é R$80,00. Escolha a resposta certa, que indica o lucro:
( )R$ 20,00 ( )R$40,00 ( )R$60,00 ( )R$80,00 ( )R$100,00
5- Ensino de matemática em 2000:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é R$80,00. O lucro é de R$ 20,00. Está certo?
( )SIM ( ) NÃO
6- Ensino de matemática em 2009:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$100,00. O custo de produção é R$ 80,00.Se você souber ler coloque um X no R$ 20,00.
( )R$ 20,00 ( )R$40,00 ( )R$60,00 ( )R$80,00 ( )R$100,00
7- Em 2010 vai ser assim:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$100,00. O custo de produção é R$ 80,00. Se você souber ler coloque um X no R$ 20,00. Se você é afro descendente, especial, indígena ou de qualquer outra minoria social não precisa responder.
( )R$ 20,00 ( )R$40,00 ( )R$60,00 ( )R$80,00 ( )R$ 100,00.
terça-feira, 23 de março de 2010
quinta-feira, 18 de março de 2010
Os dez mandamentos para sanar dificuldades em Matemática ou Expressão Gráfica
1) Realização de tarefas, todos os dias (o dia em que não houver tarefa de casa revisar o conteúdo estudado em sala). “Não deixar, em hipótese alguma, a matéria se acumular, pois um assunto depende do outro”;
2) Refazer os exercícios resolvidos pelo professor em sala, conferindo com a resolução. “Estudar um pouco todos os dias após as aulas é a melhor maneira de entender os conteúdos”;
3) Sublinhar ou assinalar as respectivas dúvidas e perguntar para o professor em sala, ou a outra pessoa que possa ajudar o aluno. O aluno não deve ter medo de perguntar. “Toda pergunta é importante, pois pode se tratar de uma dúvida geral”;
4) A resolução dos exercícios deve obedecer algumas regras. É preciso esquematizar, organizar e extrair os dados do problema. “Leia com muita atenção, duas, três vezes, para entender primeiro o que está sendo proposto e o que está sendo dado”.
5) Também é importante que o aluno tenha conhecimento dos diversos caminhos a serem percorridos para resolver um problema. “Dificilmente um exercício de Matemática tem uma única solução. “Não tente pensar em uma mais ou menos fácil, acredite no seu raciocínio, essa é a solução mais fácil”;
6) Buscar auxilio em livros de apoio da mesma série ou de outras que possuam o conteúdo que esta sendo estudado para realização de exercícios extra classe;
7) Mapear os conteúdos ou situações problemas com as quais se tenha mais dificuldade;
8) Dar mais ênfase ao conteúdo ou situação-problema que se tenha mais dificuldade a fim de superá-los;
9) Se necessário realizar todas as tarefas de casa com acompanhamento de pais ou professores particulares. (lembrando que o colégio dispõe de aulas de reforço no contra turno e que o professor titular e o de reforço estão sempre em contato relatando as dificuldades mapeadas pelos mesmos nos respectivos alunos);
10) Se o aluno apresentar dificuldades em duas ou mais disciplinas, aconselhamos um professor particular para criar um ritmo de estudo e sanar as dificuldades encontradas pelo mesmo.
O desenvolvimento do raciocínio lógico não se faz de uma hora para outra. É preciso treino, muita disciplina, esforço e persistência, pois sem isso, de nada adiantarão as dicas”.
João Marcos Ferreira dos Santos
2) Refazer os exercícios resolvidos pelo professor em sala, conferindo com a resolução. “Estudar um pouco todos os dias após as aulas é a melhor maneira de entender os conteúdos”;
3) Sublinhar ou assinalar as respectivas dúvidas e perguntar para o professor em sala, ou a outra pessoa que possa ajudar o aluno. O aluno não deve ter medo de perguntar. “Toda pergunta é importante, pois pode se tratar de uma dúvida geral”;
4) A resolução dos exercícios deve obedecer algumas regras. É preciso esquematizar, organizar e extrair os dados do problema. “Leia com muita atenção, duas, três vezes, para entender primeiro o que está sendo proposto e o que está sendo dado”.
5) Também é importante que o aluno tenha conhecimento dos diversos caminhos a serem percorridos para resolver um problema. “Dificilmente um exercício de Matemática tem uma única solução. “Não tente pensar em uma mais ou menos fácil, acredite no seu raciocínio, essa é a solução mais fácil”;
6) Buscar auxilio em livros de apoio da mesma série ou de outras que possuam o conteúdo que esta sendo estudado para realização de exercícios extra classe;
7) Mapear os conteúdos ou situações problemas com as quais se tenha mais dificuldade;
8) Dar mais ênfase ao conteúdo ou situação-problema que se tenha mais dificuldade a fim de superá-los;
9) Se necessário realizar todas as tarefas de casa com acompanhamento de pais ou professores particulares. (lembrando que o colégio dispõe de aulas de reforço no contra turno e que o professor titular e o de reforço estão sempre em contato relatando as dificuldades mapeadas pelos mesmos nos respectivos alunos);
10) Se o aluno apresentar dificuldades em duas ou mais disciplinas, aconselhamos um professor particular para criar um ritmo de estudo e sanar as dificuldades encontradas pelo mesmo.
O desenvolvimento do raciocínio lógico não se faz de uma hora para outra. É preciso treino, muita disciplina, esforço e persistência, pois sem isso, de nada adiantarão as dicas”.
João Marcos Ferreira dos Santos
sábado, 13 de março de 2010
12/03/2010 - Justiça concede liminar contra sistema de cotas da UFG
A Justiça Federal de Goiás concedeu uma liminar para que o estudante Pedro Ivo Ximenes, 18 anos, se matriculasse no curso de Medicina da Universidade Federal de Goiás (UFG), mesmo ele tendo ficado em 107º lugar, fora das 88 vagas oferecidas para os candidatos do sistema universal do vestibular da instituição. O juiz federal Carlos Humberto de Sousa atendeu ao pedido do estudante e concedeu liminar, alegando que a reserva de vagas é inconstitucional.
Todo ano, o curso oferece 110 vagas, mas 20% delas são destinadas ao programa de cotas sociais e raciais da universidade, o UFG Inclui. Ximenes alegou que teria conseguido acesso à instituição se não houve o sistema de cotas. Ou seja, 22 vagas são destinadas a negros, índios e estudantes oriundos da rede pública de ensino.
Entre outros argumentos, o juiz cita a Constituição Federal para justificar a ilegalidade das cotas. "A própria Carta Magna proíbe a diferença de critério de admissão por motivo de sexo, idade, cor e estado civil." E dá a entender que o sistema de cotas é racista ao lembrar que o Brasil "rege-se (...) pelo princípio de repúdio ao terrorismo e ao racismo".
Ao explicar porque considera o sistema de cotas injusto, o juiz diz que o programa "procura mostra o negro como um ser inferior", mantém o índio "sob tutela governamental" e expõe uma "confissão governamental que as escolas públicas estão relegadas a planos inferiores".
A pró-reitora de graduação da UFG, Sandrama Matias Chaves, disse que a instituição vai recorrer da sentença por meio de sua procuradoria e explicou que o sistema de cotas foi "amplamente discutido" dentro e fora da universidade e teve aceitação da sociedade civil. Ainda segundo ela, o programa está dentro da legalidade.
"O objetivo do programa é dar uma oportunidade a alunos de camadas sociais que de outra forma estariam alijados do sistema de ensino superior", comentou. Sandramara disse que o aluno já foi matriculado e que, caso a liminar seja cassada, ele terá de parar os estudos. Ela não acredita que outros candidatos que se encontram na mesma situação de Ximenes procurem a Justiça. "Outros cinco recursos iguais a esse foram recusados pela Justiça Federal", conta.
Fonte: Terra Educação
A Justiça Federal de Goiás concedeu uma liminar para que o estudante Pedro Ivo Ximenes, 18 anos, se matriculasse no curso de Medicina da Universidade Federal de Goiás (UFG), mesmo ele tendo ficado em 107º lugar, fora das 88 vagas oferecidas para os candidatos do sistema universal do vestibular da instituição. O juiz federal Carlos Humberto de Sousa atendeu ao pedido do estudante e concedeu liminar, alegando que a reserva de vagas é inconstitucional.
Todo ano, o curso oferece 110 vagas, mas 20% delas são destinadas ao programa de cotas sociais e raciais da universidade, o UFG Inclui. Ximenes alegou que teria conseguido acesso à instituição se não houve o sistema de cotas. Ou seja, 22 vagas são destinadas a negros, índios e estudantes oriundos da rede pública de ensino.
Entre outros argumentos, o juiz cita a Constituição Federal para justificar a ilegalidade das cotas. "A própria Carta Magna proíbe a diferença de critério de admissão por motivo de sexo, idade, cor e estado civil." E dá a entender que o sistema de cotas é racista ao lembrar que o Brasil "rege-se (...) pelo princípio de repúdio ao terrorismo e ao racismo".
Ao explicar porque considera o sistema de cotas injusto, o juiz diz que o programa "procura mostra o negro como um ser inferior", mantém o índio "sob tutela governamental" e expõe uma "confissão governamental que as escolas públicas estão relegadas a planos inferiores".
A pró-reitora de graduação da UFG, Sandrama Matias Chaves, disse que a instituição vai recorrer da sentença por meio de sua procuradoria e explicou que o sistema de cotas foi "amplamente discutido" dentro e fora da universidade e teve aceitação da sociedade civil. Ainda segundo ela, o programa está dentro da legalidade.
"O objetivo do programa é dar uma oportunidade a alunos de camadas sociais que de outra forma estariam alijados do sistema de ensino superior", comentou. Sandramara disse que o aluno já foi matriculado e que, caso a liminar seja cassada, ele terá de parar os estudos. Ela não acredita que outros candidatos que se encontram na mesma situação de Ximenes procurem a Justiça. "Outros cinco recursos iguais a esse foram recusados pela Justiça Federal", conta.
Fonte: Terra Educação
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